Escola Básica Fialho de Almeida – Cuba
Uma aventura com Ulisses
Alunos do sexto ano
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Escola Básica Fialho de Almeida – Cuba
Uma aventura com Ulisses
Alunos do sexto ano
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Formação de palavras
A língua portuguesa apresenta recursos para a criação
de novas palavras.
Esta criação faz-se a partir de palavras ou elementos já
existentes ou do recurso a elementos inexistentes.
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Agrupamento de escolas de Cuba
Os nossos animais preferidos
Alunos do quinto ano
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Agrupamento de escolas de Cuba
Viver e aprender
Texto elaborado nas aulas de apoio a português
Leandro Ribeiro
Leonardo Moreira
Maria João Baião
Pedro Gonçalves
Rui Carvalho
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Adaptado por Manuela Figueiredo
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O GIGANTE
EGOÍSTA
Oscar Wilde
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Escola Básica Fialho de Almeida – Cuba
Histórias aterradoras
Alunos do quinto ano
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Pub. on Nov. 15th 2012
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ra uma vez uma galinha avarenta.
Punha ovos de
ouro, mas não os dava a ninguém.
Guardava-os para ela.
Escondia-os.
Os donos da galinha queixavam-se:
– Esta galinha não paga o que come.
Se assim continua,
sem pôr ovos, ainda acaba em canja…
Mal eles sabiam do tesouro que a galinha já tinha
arrecadado no mato, num sítio...
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ra uma vez uma galinha avarenta. Punha ovos de ouro, mas não os dava a ninguém. Guardava-os para ela. Escondia-os. Os donos da galinha queixavam-se: – Esta galinha não paga o que come. Se assim continua, sem pôr ovos, ainda acaba em canja… Mal eles sabiam do tesouro que a galinha já tinha arrecadado no mato, num sítio que só ela conhecia. "As outras galinhas que ponham ovos vulgares, de gema e clara. Eu não sou dessas", sentenciava a galinha, muito de si para si. Os donos ameaçavam-na, de faca na mão: – Se até amanhã não pões um ovo que se veja, estás condenada. Ela percebeu a ameaça e pôs um ovo que se visse. Um ovo de prata. Os de ouro eram só para ela. 1 © APENA - APDD – Cofinanciado pelo POSI e pela Presidência do Conselho de Ministros A GALINHA AVARENTA António Torrado escreveu e Cristina Malaquias ilustrou E
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izia-se a maior rã de todas as rãs que havia no
mundo.
Realmente, era grande.
Grande e luzidia, no
charco onde habitava, mais nenhuma bicheza se lhe
comparava em tamanho.
Também, para além da rãs, só
havia mosquitos.
– Sou o maior bicho do reino animal – dizia a rã gorda,
que nunca tinha saltado para fora daquele...
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izia-se a maior rã de todas as rãs que havia no mundo. Realmente, era grande. Grande e luzidia, no charco onde habitava, mais nenhuma bicheza se lhe comparava em tamanho. Também, para além da rãs, só havia mosquitos. – Sou o maior bicho do reino animal – dizia a rã gorda, que nunca tinha saltado para fora daquele charquinho de nada, nem uma única vez. As outras rãs não quiseram contrariá-la. Também eram pouco viajadas. – Além de ser o maior bicho do reino animal, sou o mais forte, o mais corajoso, o mais bonito, o mais inteligente, o mais… 1 © APENA - APDD – Cofinanciado pelo POSI e pela Presidência do Conselho de Ministros A MAIOR DE TODAS AS RÃS António Torrado escreveu e Cristina Malaquias ilustrou D
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ra uma vez uma bola de pingue-pongue.
Um dia, a bola de pingue-pongue disse assim:
– Já chega de andar aos trambolhões de um lado para o
outro: encontrão daqui, safanão ali, toma lá, dá cá e volta
ao princípio, numa roda viva entres duas senhoras
raquetes.
Afinal nunca passo da mesma mesa.
Realmente, aquela vida de tão,...
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ra uma vez uma bola de pingue-pongue. Um dia, a bola de pingue-pongue disse assim: – Já chega de andar aos trambolhões de um lado para o outro: encontrão daqui, safanão ali, toma lá, dá cá e volta ao princípio, numa roda viva entres duas senhoras raquetes. Afinal nunca passo da mesma mesa. Realmente, aquela vida de tão, badalão, e torna e deixa o pingue e pongue e pongue e pingue cansava qualquer um, quanto mais uma bola de pingue-pongue com aspirações a outros voos… – Ainda se fosse uma bola de futebol – suspirava ela. – Corria o campo de lés a lés e, quando fugisse para dentro das redes, punha tudo a gritar: goooolo! Era mais emocionante. Mas, mesmo assim, deve haver melhor destino. 1 © APENA - APDD – Cofinanciado pelo POSI e pela Presidência do Conselho de Ministros A BOLA DE PINGUEPONGUE António Torrado escreveu e Cristina Malaquias ilustrou E
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homem das forças achou uma pulga.
Prendeu-a
entre os dedos e disse-lhe:
– És um ser insignificante e reles.
Como te atreves a
aparecer ao pé de mim, que sou o homem mais forte do
mundo?
Respondeu a pulga:
– Fraca serei, mas, se eu quiser, levanto-te em peso.
Aposto contigo.
O homem riu-se da prosápia da pulga.
Ia a...
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homem das forças achou uma pulga. Prendeu-a entre os dedos e disse-lhe: – És um ser insignificante e reles. Como te atreves a aparecer ao pé de mim, que sou o homem mais forte do mundo? Respondeu a pulga: – Fraca serei, mas, se eu quiser, levanto-te em peso. Aposto contigo. O homem riu-se da prosápia da pulga. Ia a castigá-la pelo atrevimento, mas ela escorregou-lhe pela polpa dos dedos e desapareceu. Estava já o homem das forças a dormir, quando a pulga se chegou, de novo, a ele. Passeou pelos lençóis e procurou-lhe o quente do corpo. Num sítio azado, por altura dos rins, ferrou-lhe uma grande dentada. 1 © APENA - APDD – Cofinanciado pelo POSI e pela Presidência do Conselho de Ministros A FORÇA DA PULGA António Torrado escreveu e Cristina Malaquias ilustrou O www. hugoteacher. blogspot. com
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Pub. on Nov. 12th 2012
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Escola Básica Fialho de Almeida- Cuba
Momentos vividos na escola
Alunos do quinto ano de escolaridade
Ano letivo 2012/2013
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Pub. on Oct. 30th 2012
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Valerie Thomas e Korky Paul
Que Grande Abóbora Mimi!
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Pub. on Oct. 24th 2012
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A Abóbora Gigante
Autor: Erica Silverman
Ilustrador: S.
D.
Schindler
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