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Albertina Matos

Albertina Matos

Portugal
 
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A árvore que cantava

AAAA Era Janeiro, uma daquelas manhãs claras e secas que fazem lembrar velhos montanheses de bigodes gelados e olhos piscos do sol. Nevara. Grandes e densos flocos tinham caído durante toda a noite. Depois, com a chegada do dia, um floresta, que começa atrás da casa e se estende pela montanha, estava completamente adormecida,... More

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Pub. on Nov. 28th 2011

Pages: 9

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A árvore que falava

A ÁRVORE QUE FALAVA Lá longe, muito longe… bem no coração da savana, vivia uma árvore maior e mais velha do que qualquer outra. Sob a sua corcha abrigava toda a sabedoria de África. Junto ao seu tronco, por entre as altas ervas, a leoa espiava o antílope ou a zebra que se tinham afastado do grupo… E, como era a única... More

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Pub. on Nov. 24th 2011

Pages: 7

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A escadaria das fadas

 A ESCADARIA DAS FADAS  ohamed Ben Tahir foi um dos emires que governaram a formosa cidade espanhola de Valência na época em que pertencia aos mouros. Era um homem de meia-idade, moreno e de olhos profundos, usava um turbante e vestia um albornoz branco. O emir tinha uma filha chamada Aixa, uma jovem de grande beleza, a quem... More

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Pub. on Nov. 24th 2011

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A criança que se aborrece e a criança que brinca sozinha

A criança-que-se-aborrece e a criança-que-brinca-sozinha Era uma vez uma criança que se aborrecia. Aborrecia-se no cinema, na ginástica, na bicicleta, nas férias, na escola, a trincar um biscoito, a chupar um gelado, a jogar xadrez, dominó, Playmobil… Por isso lhe chamavam a criança-que-se-aborrece. Antes de nascer,... More

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Pub. on June 30th 2011

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A Senhora dos Livros

A SENHORA DOS LIVROS A minha família e eu vivemos num sítio muito alto, pertinho do céu. A nossa casa fica situada num local tão alto que quase nunca vemos ninguém, a não ser falcões a planar e animais a esconder-se por entre as árvores. Chamo-me Cal e não sou nem o mais velho nem o mais novo dos irmãos. Mas, como sou o... More

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Pub. on June 16th 2011

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Mozart, o menino mágico

MOZART, O MENINO MÁGICO Havia um cravo no meio do quarto e uma janela a dar para a rua. O cravo não era uma flor e sim um instrumento polido, elegante, bonito, capaz de fazer música, de encher os dias com o som suave das suas teclas brancas e negras, com a alegria dos seus acordes, das suas harmonias leves e limpas como a voz do... More

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Pub. on May 30th 2011

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Brincar às guerras

Brincar às guerras ― Está muito calor para jogar basquete. Vamos fazer outra coisa ― sugeriu Luke. Os amigos sentaram-se à sombra do salgueiro a decidir o que fazer. ― Tens mais balões de água? ― perguntou Danny. ― Não ― respondeu Luke. ― Quem me dera ter. ― Podemos jogar jogos de vídeo ― sugeriu Sameer,... More

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Pub. on May 26th 2011

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As sereias do fundo da água

AS SEREIAS DO FUNDO DA ÁGUA No fundo dos oceanos, nos lagos e nas piscinas, nos mais profundos abismos, vivem as sereias do mar. Nem sempre são gentis. Algumas são mesmo caprichosas. É o caso das sereias das piscinas, com os seus cabelos emaranhados, as suas caudas de tubarão e as suas unhas pontiagudas. No fundo das piscinas,... More

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Pub. on May 1st 2011

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As Sapatilhas de Sofia

AS SAPATILHAS DE SOFIA Na aldeia de Sofia, o sol é muito brilhante e faz sempre muito calor. Raramente chove mas, quando isso acontece, a chuva cai, ininterruptamente, dias seguidos. Era um dia abrasador e Sofia não conseguia abrir os olhos naquela luz tão intensa. No ar pairava uma quietude quando, de repente, se ouviu um ruído... More

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Pub. on March 20th 2011

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A Nossa Grande Casa

A Nossa Grande Casa Um Poema Sobre a Terra Vivemos todos aqui. Pessoas, formigas, elefantes, árvores, Lagartos, líquenes, tartarugas, abelhas. Todos partilhamos a mesma grande casa. Partilhamos a água. Salpicamos, chapinhamos e nadamos na água. E todos bebemos água. Baleias, golfinhos, manatins, Pinguins, palmeiras, tu e... More

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Pub. on March 20th 2011

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