Eu me confesso…
Para que o Sacramento da Reconciliação seja
celebrado, são necessários alguns passos: primeiro
ter havido pecado, depois estar arrependido e
querer reparar o “mal” que fiz, isto acontece
quando eu me aproximo de um sacerdote e me
confesso, em seguida recebo uma orientação
(penitencia) para tentar não cair no pecado, por
último cumpro a orientação.
Dizer ainda que a confissão não é uma humilhação, é
antes um gesto de humildade, de quem sabe que
sozinho não consegue ultrapassar as dificuldades,
mas que com Deus tudo é possível e alcançável.
Neste sentido a celebração deste Sacramento requer
um exame de consciência bem feito, sem medos ou
receios, pois onde “abundou o pecado,
superabundou a graça”.
Neste momento convido cada um de nós a fazer um
exame partindo de quatro pontos: Eu, os Outros, o
Mundo e DEUS.
Eu:
• Penso mais em mim ou procuro ter os outros no
meu horizonte?
• Gosto do que vejo ao espelho?
• Trato bem do meu corpo, alimentando-me e
procuro o médico quando estou doente?
• Quem olha e ouve-me percebe que sou cristão?
•
Os Outros:
• Procuro imitar os outros naquilo que de bom têm
ou prefiro imitar nas coisas “más”?
• Gosto de julgar os outros por aquilo que dizem ou
parecem?
• Quando olho para o meu semelhante, procuro
ver Jesus?
• Apesar das diferenças procuro amar o outro, ou
isto é só teoria?
Eu me confesso…
Para que o Sacramento da Reconciliação seja
celebrado, são necessários alguns passos: primeiro
ter havido pecado, depois estar arrependido e
querer reparar o “mal” que fiz, isto acontece
quando eu me aproximo de um sacerdote e me
confesso, em seguida recebo uma orientação
(penitencia) para tentar não cair no pecado, por
último cumpro a orientação.
Dizer ainda que a confissão não é uma humilhação, é
antes um gesto de humildade, de quem sabe que
sozinho não consegue ultrapassar as dificuldades,
mas que com Deus tudo é possível e alcançável.
Neste sentido a celebração deste Sacramento requer
um exame de consciência bem feito, sem medos ou
receios, pois onde “abundou o pecado,
superabundou a graça”.
Neste momento convido cada um de nós a fazer um
exame partindo de quatro pontos: Eu, os Outros, o
Mundo e DEUS.
Eu:
• Penso mais em mim ou procuro ter os outros no
meu horizonte?
• Gosto do que vejo ao espelho?
• Trato bem do meu corpo, alimentando-me e
procuro o médico quando estou doente?
• Quem olha e ouve-me percebe que sou cristão?
•
Os Outros:
• Procuro imitar os outros naquilo que de bom têm
ou prefiro imitar nas coisas “más”?
• Gosto de julgar os outros por aquilo que dizem ou
parecem?
• Quando olho para o meu semelhante, procuro
ver Jesus?
• Apesar das diferenças procuro amar o outro, ou
isto é só teoria?
Eu me confesso…
Para que o Sacramento da Reconciliação seja
celebrado, são necessários alguns passos: primeiro
ter havido pecado, depois estar arrependido e
querer reparar o “mal” que fiz, isto acontece
quando eu me aproximo de um sacerdote e me
confesso, em seguida recebo uma orientação
(penitencia) para tentar não cair no pecado, por
último cumpro a orientação.
Dizer ainda que a confissão não é uma humilhação, é
antes um gesto de humildade, de quem sabe que
sozinho não consegue ultrapassar as dificuldades,
mas que com Deus tudo é possível e alcançável.
Neste sentido a celebração deste Sacramento requer
um exame de consciência bem feito, sem medos ou
receios, pois onde “abundou o pecado,
superabundou a graça”.
Neste momento convido cada um de nós a fazer um
exame partindo de quatro pontos: Eu, os Outros, o
Mundo e DEUS.
Eu:
• Penso mais em mim ou procuro ter os outros no
meu horizonte?
• Gosto do que vejo ao espelho?
• Trato bem do meu corpo, alimentando-me e
procuro o médico quando estou doente?
• Quem olha e ouve-me percebe que sou cristão?
•
Os Outros:
• Procuro imitar os outros naquilo que de bom têm
ou prefiro imitar nas coisas “más”?
• Gosto de julgar os outros por aquilo que dizem ou
parecem?
• Quando olho para o meu semelhante, procuro
ver Jesus?
• Apesar das diferenças procuro amar o outro, ou
isto é só teoria?
O Mundo:
[Less]