Março de 2012 Ano I Edição 01
Governador de Minas assina termo de
cooperação ao Programa BDMG Campo Solidário
No último dia 30 de janeiro
de 2012 o Governador de Minas
Gerais, Antônio Anastasia, assinou
no Palácio Tiradentes o termo de
cooperação do Governo ao Programa BDMG Campo Solidário.
O
Programa disponibilizará R$...
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Março de 2012 Ano I Edição 01 Governador de Minas assina termo de cooperação ao Programa BDMG Campo Solidário No último dia 30 de janeiro de 2012 o Governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, assinou no Palácio Tiradentes o termo de cooperação do Governo ao Programa BDMG Campo Solidário. O Programa disponibilizará R$ 20 milhões em crédito como subvenção para o desenvolvimento e o incentivo à agricultura familiar. Conta também com o Programa Emergencial de Socorro aos Produtores Rurais, viabilizando o apoio financeiro para ajuda e reparação de danos aos Produtores atingidos pelas chuvas. Este projeto tem como parceria idealizadora a Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais, Central Crediminas com apoio da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG). Foto: Jornal Sete Dias (www. setedias. com. br). Governador Antônio Anastasia; Presidente do Sicoob Credivass, Ivan Lemos; Presidentes do Sicoob Credisete e vice-presidente do Sindicato Rural de Sete Lagoas, Leo
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O PODER DAS MARCAS NA SOCIEDADE DE CONSUMO: MÍDIA,
CELEBRIDADES E LICENCIAMENTOS
Yuri Ximenes Ávila Siqueira Telles (Universidade Federal do Ceará – UFC –
yuri.
xt@gmail.
com)
Rafael José Assunção Oliveira (Universidade Federal do Ceará – UFC)
Maria de Fátima Vieira Severiano (Universidade Federal do Ceará – UFC)...
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O PODER DAS MARCAS NA SOCIEDADE DE CONSUMO: MÍDIA, CELEBRIDADES E LICENCIAMENTOS Yuri Ximenes Ávila Siqueira Telles (Universidade Federal do Ceará – UFC – yuri. xt@gmail. com) Rafael José Assunção Oliveira (Universidade Federal do Ceará – UFC) Maria de Fátima Vieira Severiano (Universidade Federal do Ceará – UFC) RESUMO O tema escolhido para a realização dessa pesquisa foram os objetos de consumo licenciados, ou seja, aqueles que, mesmo já possuindo a marca do fabricante, adquirem um licenciamento de uma outra marca e/ou pessoa (celebridades), o que vem a ser um valor agregado ao produto, de caratér eminentemente sígnico. Torna-se aqui fundamental a compreensão de Baudrillard a respeito da Sociedade de Consumo, ao caracterizar os objetos quanto a quatro possíveis valores (uso, troca, simbólico, signo). No contexto de uma sociedade do espetáculo (Debord), onde as imagens tornam-se mediadoras exclusivas da relação entre os homens, os objetos de consumo adquirem, através do seu valor si
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Socialismo e moderna cosmologia*
Para esse debate sobre o socialismo me tomo a liberdade de trazer uma reflexão, nascida
dos meus estudos e preocupações dos últimos anos.
Tenho feito um esforço
considerável de tentar levar avante o discurso da Teologia da Libertação abrindo-a para
outros campos da luta popular e da reflexão....
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Socialismo e moderna cosmologia* Para esse debate sobre o socialismo me tomo a liberdade de trazer uma reflexão, nascida dos meus estudos e preocupações dos últimos anos. Tenho feito um esforço considerável de tentar levar avante o discurso da Teologia da Libertação abrindo-a para outros campos da luta popular e da reflexão. 1. O grito dos pobres e o grito da Terra Hoje não basta só ouvir o ‘grito dos pobres’. Na escuta desse grito nasceu nos anos sessenta, a Teologia da Libertação nos vários países da América Latina e em outros contextos mundiais de pobreza e injustiça. Não só os pobres gritam. A Terra também grita. As águas gritam. Os ecossistemas gritam. Porque são igualmente vítimas da mesma lógica do sistema do capital que explora as classes, os países, as nações e termina por devastar sistematicamente a inteira Natureza. Estou profundamente convencido de que Teologia da Libertação só pode ser integral se incorporar dentro do seu discurso e de sua prática o resgate da Te
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Qual é a sua definição de marca?
Por Ricardo Guimarães
Outro dia fiz essa pergunta a um consultor que tinha acabado de me presentear com seu
livro sobre branding e ele me respondeu:
"Não defini.
É muito complicado definir marca.
Achei melhor pular esse capítulo.
"
Absurdo.
Impossível falar de gestão de marca sem definir seu...
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Qual é a sua definição de marca? Por Ricardo Guimarães Outro dia fiz essa pergunta a um consultor que tinha acabado de me presentear com seu livro sobre branding e ele me respondeu: "Não defini. É muito complicado definir marca. Achei melhor pular esse capítulo. " Absurdo. Impossível falar de gestão de marca sem definir seu objeto. Simplesmente porque a definição de marca condiciona a maneira de conduzir sua gestão. E para você? O que é marca? Eu vou te oferecer uma definição, mas antes pense na sua. Com certeza você tem uma definição. Mesmo que informal e inconsciente, sempre que se fala em marca alguma ideia vem à sua mente. Qual é? Sabendo qual é a sua você poderá comparar com a minha, julgar as diferenças e, se for o caso, adotar uma nova definição que ajudará você a definir sua maneira de gerenciar esse ativo. Vou começar te oferecendo três definições. Como tudo, a nossa definição também muda conforme muda seu contexto. Num contexto sem concorrentes, típico de mercado p
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